30.1.12

Canto ao Sol

Vi brilho quando te vi
E o poder do teu brilho
Fez-me dizer
O que nunca soube
Quem serás tu?
Imperador
Disfarçado de ingênuo?
Se aparecestes
Para dominar meu reino
Baixo a guarda
E me desarmo
Fecho teus olhos
Mergulho em teu peito
Como flecha
Depois me derreto
Para percorrer tuas veias
E nunca mais
Voltar a ser
Eu-Sol

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